O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre.(Lucas 6.40)
Ninguém, absolutamente ninguém, pode ser superior a Jesus; entretanto, todos nós podemos, e devemos, operar em seu nome, os mesmos milagres; na verdade, milagres ainda maiores do que Ele operou quando carne. Repreender todo tipo de mal, curar enfermos, ressuscitar mortos, fazer cegos enxergarem, e muito, mas muito mais; porém, para que isto aconteça, devemos ser perfeitos, como Ele foi, devemos nos livrarmos de toda imundícia e perversões, abandonar as obras da carne, e buscar sempre andar em espírito; fugir dos pecados, e sempre procurar trilhar os mesmos caminhos que Jesus trilhou. Não seremos jamais superiores a Jesus, porém, podemos igualar à forma como Ele andou, basta querermos, e nos limparmos; reconhecer o poder de Deus nas nossas vidas; buscar ser santos, santificando-nos cada dia mais, ouvindo e praticando as ordenanças do Senhor. Ser discípulo é trilhar os mesmos caminhos, é ser aprendiz, é buscar ser igual em tudo, mas principalmente em amor. “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13.35) É o nosso primeiro dever amar uns aos outros.
“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para o meu Pai.” (João 14.12) Vejamos que Jesus afirmou de uma forma bem clara, que se verdadeiramente crermos Nele, teremos poder de fazer grandes obras, e se não as estamos fazendo, é porque verdadeiramente não temos fé para praticar os seus mandamentos, não cumprirmos as suas ordenanças, exemplo disto é esta ordenança em que poucos a cumpre. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes causará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.”(Marcos 16.15,18) Todos conhecem estes versículos, mas poucos praticam, nas igrejas os citam, mas os próprios pastores não os praticam, mesmo sabendo que são ordenanças, e portanto o nosso dever.
“Este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.” (Mateus 15.8,9) Em outras palavras, falamos demais, cantamos demais, louvamos demais, mas não praticamos a sua palavra, não cumprimos as suas ordenanças, não fazemos os milagres em nome de Jesus, não pregamos o verdadeiro evangelho; em outras palavras, nós não somos discípulos nada, somos somente religiosos, que às vezes achamos que estas ordenanças são prerrogativas de pastores e líderes Cristãos, sendo que muitas das vezes, nem mesmos estes que têm esta obrigação, os pratica, isto porque não buscam ser perfeitos como o nosso Mestre.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Seja luz
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).
Anos atrás, quando Robert Moffat estava na África, viajou para uma localidade bem distante no interior. Certo dia ele chegou junto a uma árvore onde havia uma tábua fixada. Nela estava escrito que havia uma escola cristã em uma aldeia próxima. Bastante surpreso por acreditar ser o primeiro homem branco naquela parte da África, dirigiu-se à aldeia.
Aproximando-se do local, encontrou uma pequena menina de cerca de doze anos de idade, a quem disse: “Eu vi uma tábua em uma árvore onde pude ler que havia uma escola cristã aqui nesta aldeia. Poderia me levar até o professor?” A menina abaixou a lustrosa cabeça sem responder. “Você conhece o professor?” perguntou ele. Ela acenou que sim com a cabeça.
“Bem, quem é o professor?” insistiu ele. Levantando então a cabeça, timidamente, ela respondeu: “Eu sou a professora”.
Moffat descobriu que a pequena menina tinha sido levada, certa vez, para uma tribo distante, onde ela ouviu um missionário falar às pessoas sobre o amor de Jesus e havia se tornado, a partir daquele momento, a primeira missionária para sua tribo.
O que leva uma pessoa, mesmo uma pequena menina, a querer falar de Cristo para aqueles que estão ao redor? Certamente que a resposta é a alegria experimentada quando o Senhor entra em seu coração. Nada pode motivar mais o interesse em proclamar o Evangelho de Cristo do que a mudança realizada na vida daqueles que recebem o Seu perdão e a salvação eterna.
Quem poderia desfrutar do amor de Jesus sem compartilhá-lo com os amigos? Quem poderia receber tão grande perdão — o dos pecados — sem querer também perdoar aqueles que lhe ofenderam? Quem poderia ter uma vida abundante com o Senhor sem desejar ardentemente que todos a tenham também?
O lugar onde vive um verdadeiro filho de Deus sempre estará iluminado para todos que dele se aproximam.
Anos atrás, quando Robert Moffat estava na África, viajou para uma localidade bem distante no interior. Certo dia ele chegou junto a uma árvore onde havia uma tábua fixada. Nela estava escrito que havia uma escola cristã em uma aldeia próxima. Bastante surpreso por acreditar ser o primeiro homem branco naquela parte da África, dirigiu-se à aldeia.
Aproximando-se do local, encontrou uma pequena menina de cerca de doze anos de idade, a quem disse: “Eu vi uma tábua em uma árvore onde pude ler que havia uma escola cristã aqui nesta aldeia. Poderia me levar até o professor?” A menina abaixou a lustrosa cabeça sem responder. “Você conhece o professor?” perguntou ele. Ela acenou que sim com a cabeça.
“Bem, quem é o professor?” insistiu ele. Levantando então a cabeça, timidamente, ela respondeu: “Eu sou a professora”.
Moffat descobriu que a pequena menina tinha sido levada, certa vez, para uma tribo distante, onde ela ouviu um missionário falar às pessoas sobre o amor de Jesus e havia se tornado, a partir daquele momento, a primeira missionária para sua tribo.
O que leva uma pessoa, mesmo uma pequena menina, a querer falar de Cristo para aqueles que estão ao redor? Certamente que a resposta é a alegria experimentada quando o Senhor entra em seu coração. Nada pode motivar mais o interesse em proclamar o Evangelho de Cristo do que a mudança realizada na vida daqueles que recebem o Seu perdão e a salvação eterna.
Quem poderia desfrutar do amor de Jesus sem compartilhá-lo com os amigos? Quem poderia receber tão grande perdão — o dos pecados — sem querer também perdoar aqueles que lhe ofenderam? Quem poderia ter uma vida abundante com o Senhor sem desejar ardentemente que todos a tenham também?
O lugar onde vive um verdadeiro filho de Deus sempre estará iluminado para todos que dele se aproximam.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
A arte de SEMEAR
Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus das 6h15 e viajava cinqüenta minutos até o trabalho…à tardinha fazia a mesma coisa, voltando para a casa.
No ponto seguinte ao que homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.
Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa. Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:
- Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora esta jogando pela janela ?
- Bom dia, respondeu a velhinha. – Jogo sementes…
- Sementes ?… Sementes de quê ?
- De flor.
É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia. E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho… Imagine como seria bom.
- Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos… A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada ?
- Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
- Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água…
- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer.
Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu “trabalho”. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio “caduca”.
O tempo passou. Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto…
… olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias… A paisagem estava colorida, perfumada, linda. O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e…nada !
Acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo…
- A velhinha das sementes ? Pois é, morreu de pneumonia, no mês passado…
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela, e sentiu uma lágrima correr pelo rosto, e um sorriso desabrochar em sua face…
“Quem diria, as flores brotaram mesmo…”
“Mas, pensando bem, de que adiantou o trabalho da velhinha ? A coitada morreu, e não pode ver esta beleza toda que ela fora responsável…”.
Nesse instante, o homem escutou atrás de si, uma gostosa risada de criança…
Num banco logo atrás, um garotinha apontava pela janela entusiasmada…
- Olha mamãe, que lindo, quanta flor pela estrada… Como se chamam aquelas azuis ?…e as branquinhas ?
Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito…
Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas.
No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e, com um sorriso maroto nos lábios, tirou um pacotinho do bolso…
quarta-feira, 21 de julho de 2010
O problema da "competição".
”Também vi eu que todo trabalho e toda destreza em obras provêm da inveja que o homem tem do seu próximo. Também isso é vaidade e desejo vão” (Eclesiastes 4:4).
Estava conversando com um amigo, e ele me dizia da sua experiência que teve na tarde daquele dia. ”Eu levei um tremendo susto quando estava parado em um sinal de trânsito. Bem ao meu lado estava um caminhão betoneira. De repente ele começou a andar vagarosamente para a frente, antes do sinal tornar-se verde. Quando eu notei aquele movimento, imediatamente pressionei os freios pensando que meu carro estava se movendo para trás. Eu fiquei bastante assustado. Eu devia ter mantido meus olhos à frente em vez de me distrair olhando para meu vizinho.”
Muitas vezes nós caímos no mesmo erro. Perdemos grandes oportunidades e grandes bênçãos porque nos deixamos distrair olhando para o lado e não para a frente. Nos preocupamos com a vida alheia e deixamos de cuidar de nossa própria vida.
No trabalho nos queixamos de pessoas que produzem menos do que nós, que têm menor capacidade ou que têm um salário maior que o nosso. Nos estudos murmuramos pela atenção demasiada que um professor dá a certo aluno e a indiferença com que nos trata. Na igreja questionamos a posição ocupada por algum irmão quando nos julgamos muito mais preparados do que ele.
Enquanto estivermos nos comparando a outras pessoas, jamais estaremos satisfeitos e nunca seremos felizes.Para cada comparação superada surgirão muitas outras a serem vencidas.
Viveremos em eterna competição. E de que servirá tudo isso?
De nadinha de nada!
Devemos colocar nossos sonhos diante de Deus e nos alegrar por cada realização. Nos regozijar também pelas bênçãos de nossos amigos. Agindo assim, quer a conquista seja nossa ou do nosso próximo, sempre teremos motivos para comemorar e para sermos muito felizes. Yuupiii !
Abraços,
Estava conversando com um amigo, e ele me dizia da sua experiência que teve na tarde daquele dia. ”Eu levei um tremendo susto quando estava parado em um sinal de trânsito. Bem ao meu lado estava um caminhão betoneira. De repente ele começou a andar vagarosamente para a frente, antes do sinal tornar-se verde. Quando eu notei aquele movimento, imediatamente pressionei os freios pensando que meu carro estava se movendo para trás. Eu fiquei bastante assustado. Eu devia ter mantido meus olhos à frente em vez de me distrair olhando para meu vizinho.”
Muitas vezes nós caímos no mesmo erro. Perdemos grandes oportunidades e grandes bênçãos porque nos deixamos distrair olhando para o lado e não para a frente. Nos preocupamos com a vida alheia e deixamos de cuidar de nossa própria vida.
No trabalho nos queixamos de pessoas que produzem menos do que nós, que têm menor capacidade ou que têm um salário maior que o nosso. Nos estudos murmuramos pela atenção demasiada que um professor dá a certo aluno e a indiferença com que nos trata. Na igreja questionamos a posição ocupada por algum irmão quando nos julgamos muito mais preparados do que ele.
Enquanto estivermos nos comparando a outras pessoas, jamais estaremos satisfeitos e nunca seremos felizes.Para cada comparação superada surgirão muitas outras a serem vencidas.
Viveremos em eterna competição. E de que servirá tudo isso?
De nadinha de nada!
Devemos colocar nossos sonhos diante de Deus e nos alegrar por cada realização. Nos regozijar também pelas bênçãos de nossos amigos. Agindo assim, quer a conquista seja nossa ou do nosso próximo, sempre teremos motivos para comemorar e para sermos muito felizes. Yuupiii !
Abraços,
terça-feira, 20 de julho de 2010
Você entregaria as chaves do seu carro à um desconhecido e permitiria que essa pessoa saísse dirigindo seu carro? Não, naturalmente que não. Óbviu que não.
Você daria o controle de sua conta bancária e cartões de crédito à alguém que você não conhece muito bem? Absolutamente não!
Entretanto, você deixa as pessoas, pessoas que você nem mesmo conhece, tomar controle de algo muito mais valioso do que seu carro ou sua conta bancária – sua atitude.
Pense bem. Quem realmente controla a sua atitude? Quando você deixa sua atitude ser levada pelo que outros dizem e fazem, você está lhes entregando esse controle, e as consequências geralmente não são positivas.
Mantenha sempre em mente que, não importa o que acontecer, você tem o poder de decidir o que pensar e agir. Você pode decidir entre estar distraído ou permanecer atento. Você pode decidir entre ser insultado ou ser alegre. Você pode decidir entre ganhar sem nenhum mérito ou continuar trabalhando na busca de seus objetivos.
A forma como você encara o mundo ao seu redor faz uma enorme diferença na qualidade de sua vida. Então, mantenha o controle de sua atitude, e faça de sua vida o melhor que puder.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
você é LIVRE !
Se, pois, o Filho vos libertário , verdadeiramente sereis livres . João 8,36
Lembrei de uma cena de filme ,uma garota estava trabalhando, e em seu trabalho tinha uma super câmara frigorifica para guardar as frutas frescas que vendiam. Na primeira vez em que ela entrou na câmara para buscar algo, estava tão frio que conseguíamos ver a sua respiração no ar gelado, e sua roupa, de repente, pareceu fina como um lenço de papel. Ficou estampado sua ansiedade para voltar ao ar quente. Mas quando ela se virou para sair, não havia maçaneta na porta. Ela começou a entrar em pânico. Ela teve medo de morrer congelada antes que alguém viesse resgata-la. O fabricante da câmara deve ter imaginado essa situação; pois uma placa no lado interno da porta dizia: “Você não está trancado no interior”. Eu, rapidamente, empurrei a porta e saí.
Mais tarde, pensei nas ocasiões em que me senti trancada espiritual ou emocionalmente, sem esperança de conseguir sair. Houve vezes em que me senti deprimida e não queria continuar porque não achava que voltaria a ser feliz. Meses de desemprego começaram a parecer eternos. Sempre que as coisas pareciam sombrias e sem esperança, Deus me lembrava: “Você não está trancada. Eu enviei meu filho, Jesus, para libertá-la”.
Quando confiamos em Deus, oramos e lemos a Bíblia, ganhamos esperança de que as portas se abrirão, a cura virá e nossos corações e mentes serão transformados.
Devemos orar pedindo a Deus para que nos ajude a confiar mais nEle, por mais presos que nos sintamos, devemos lembrar que Ele nos ofereces liberdade e plenitude de vida.
Nenhuma armadilha é tão forte que Deus não nos possa libertar dela.
Por alguém que esteja se sentindo preso numa armadilha da vida.
Quando confiamos em Deus, oramos e lemos a Bíblia, ganhamos esperança de que as portas se abrirão, a cura virá e nossos corações e mentes serão transformados.
Devemos orar pedindo a Deus para que nos ajude a confiar mais nEle, por mais presos que nos sintamos, devemos lembrar que Ele nos ofereces liberdade e plenitude de vida.
Nenhuma armadilha é tão forte que Deus não nos possa libertar dela.
Por alguém que esteja se sentindo preso numa armadilha da vida.
Você é Livre !
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Perfeição
Gente perfeita: Deus não precisa delas. Aliás, nunca precisou, porque elas simplesmente não existem! Quem se acha mais perfeito, mais santo, mais sublime, ainda não descobriu o princípio da sabedoria, que é o temor do Senhor. Quem tem uma visão correta de Deus, também tem uma visão correta de si mesmo. Não há méritos nossos, que tornem Deus nosso devedor. Só há deméritos, e, se o Senhor nos deu algo, foi por Sua imensa graça, compaixão e misericórdia.
Então, o que estamos esperando? Uma suposta perfeição que teremos, quando acontecer isto ou aquilo? Muitos de nós lançam para o futuro a realização de todos os sonhos e a concretização de todos os ideais. Meus amigos, creiam-me: o futuro nunca chegará desse jeito! Porque, quando futuro chegar, já não haverá sentido algum, alegria alguma, razão alguma. Lembro-me de meu avô paterno. Ele guardou em seu baú de madeira, daqueles pesadões e antigos, maços e maços de dinheiro. Dinheiro que nem havia circulado, novinho em folha. Mas era dinheiro de moeda ultrapassada, réis, cruzeiros antigos. Resultado: deixou uma fortuna de nenhum valor! De que vale isso?
“Quem sou eu para pregar o Evangelho, diante de tantos príncipes do púlpito e campeões da oratória?” Houve um tempo que eu pensava assim. Que sou deficiente, imperfeito, muito menos talentoso que a maioria dos pregadores. Conheço as minhas limitações. Mas decidi não levar isso em consideração, e fazer a minha parte, e que Deus me ajudasse, completando aquilo que as minhas limitações não alcançavam. Por isso preguei. E, enquanto ia, Deus foi colocando em meu caminho oportunidades, pessoas, viagens, lugares, conferências, campanhas, visitas, correspondentes, etc. Tudo quanto nos vier à mão para fazer, devemos fazê-lo com todas as nossas forças. Tento fazer isso.
Lembro-me da minha vizinha , a Dna. Mafalda. Ao lado da janela da sala de minha casa há um jardim abandonado. Outrora havia muita coisa mas não tiveram mais tempo de cuidar dele. Quando a Dna. Mafalda chegou, ela simplesmente arou a terra, semeou, transplantou, tirou o mato, regou, cuidou e fez o seu trabalho. Amigos, que colheita! Alface, rúcula, tomate, almeirão, catalonha, couve, cebolinha, orégano, pimenta, capim santo, manjericão, manjerona, etc. Ela não questionou sua imperfeição. Ela simplesmente usou o que tinha. E fez. Li, na internet, que o TITANIC fora construído por experts, e afundou; enquanto que a ARCA fora construída pelo amador Noé, e salvou a humanidade… Eu posso entender muito mais de verduras teoricamente, mas a Dna. Mafalda faz mil vezes mais que eu. E aí? Estamos esperando o que? Peguemos o arado e aremos a terra!
“Tenho que me preparar melhor para evangelizar”. Ah, se todo esse suposto preparo que buscamos visasse alguma coisa! Na maioria das vezes isso não passa de uma desculpa para nos manter de boca fechada e descomprometidos com o testemunho àqueles que não são crentes. Os maiores ganhadores de almas são gente simples, às vezes até analfabetas, mas que vão e usam tudo o que têm. Eles vão e fazem. E nós? Curso para abrir a boca? Curso para dizer: “Há um plano de salvação para você”? ”Curso para amar ao pecador?” Já estamos treinados demais, agora é a hora de colocar o time em campo!
Se eu posso, todos podemos. Deus não escolheu as coisas ricas do mundo, mas as loucas, para confundir as sábias. Assim, não nos preocupemos se temos imperfeições; enquanto estamos indo, vamos melhorando. Precisamos agir!
Não esperemos sermos filhos perfeitos, para amar nossos pais e mães. Não esperemos ganhar muito dinheiro, ter uma casa ampla, poder comprar um pomposo presente, levá-los para uma viagem inesquecível, etc. Bastará amá-los, e saberemos fazer o que realmente tem valor: estar com eles, dar e receber afeto e carinho, ouvi-los, conversar com eles, dar-lhes atenção. Outra fábula da internet nos conta de uma criança, que fora à venda comprar um presente para a mãe. Mas o dinheiro era tão pouco, que só dava para comprar uma lembrancinha muito simples. Então o vendeiro disse “quando eu era pequeno, também era pobre e não podia comprar um presente para a minha mãe”, ao que a criança respondeu: “mas nem uma lembrancinha barata como essa?” Pois é. Por não termos muito, não damos nada, e, na verdade, o pouco que temos é tudo o de que necessitamos!
Não planejemos tanta coisa implausível. O começo de um ano é cheio de planos. Propósitos surrealistas, imaginários, impossíveis de serem alcançados. ”Vou ser presidente da América; vou emagrecer 190 quilos; vou falar 60 idiomas”. Na primeira esquina de janeiro já obteremos as frustrações suficientes para lançamos tudo na gaveta. ”O pão nosso de cada dia” é um bom começo: planejar com o que temos. Se não temos um aviãozinho de controle remoto, vamos fazer um de papel, e brincar também. Se não temos um carro “top de linha”, vamos curtir o nosso fuscão preto mesmo [o pretinho básico]. Tem muito fuscão seguindo pela estrada, enquanto os tops de linha aguardam as seguradoras chegarem, para rebocá-los…
O que nos faz seguir não é o que temos, mas o que somos. Se somos motivados, chegaremos e festejaremos. Se somos inseguros, continuaremos a esperar a inalcançável perfeição.
Que tal começar agora?
Agora é a sua vez.
abraços.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Olhando para o alto.
“fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé”
(Hebreus 12:2).
Um viajante, vadeando a cavalo em certo rio, teve um momento de vertigem e quase caiu da sela. Um caçador, companheiro, que cavalgava a seu lado, tocou seu queixo, levantou-o e e disse: “Olhe para o alto!” Ao começar a olhar para cima, ele recuperou seu equilíbrio. Ele estava olhando para as águas turbulentas que colocavam em perigo a sua vida,e, ao olhar para o alto, salvou-a.
Muitas vezes nos sentimos fracos, desanimados, prestes a desmaiar espiritualmente. As águas revoltosas de nossas fraquezas e frustrações nos fazem perder o equilíbrio e a sensação que temos é de que, a qualquer momento, iremos cair.
Mas é exatamente neste momento que precisamos ser fortes e, principalmente, olhar para cima. Do alto vem o nosso equilíbrio. Do alto vem o nosso fortalecimento espiritual.
Do alto vem as soluções para todos os nossos problemas. Do alto vem o sorriso e o afago de nosso melhor Amigo, o Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele nos estimula a seguir em frente, a ter fé e buscar vitórias, a viver plena e abundantemente.
Quando caminhamos de cabeça baixa, deixando que as adversidades nos desestimulem, desestabilizamo-nos emocionalmente, despedimos a esperança, sufocamos a fé.
Perdemos a visão dos Céus e contentamo-nos com o chão que se abre debaixo de nossos pés.
Levante seus olhos para cima!
Você vencerá!
(Hebreus 12:2).
Um viajante, vadeando a cavalo em certo rio, teve um momento de vertigem e quase caiu da sela. Um caçador, companheiro, que cavalgava a seu lado, tocou seu queixo, levantou-o e e disse: “Olhe para o alto!” Ao começar a olhar para cima, ele recuperou seu equilíbrio. Ele estava olhando para as águas turbulentas que colocavam em perigo a sua vida,e, ao olhar para o alto, salvou-a.
Muitas vezes nos sentimos fracos, desanimados, prestes a desmaiar espiritualmente. As águas revoltosas de nossas fraquezas e frustrações nos fazem perder o equilíbrio e a sensação que temos é de que, a qualquer momento, iremos cair.
Mas é exatamente neste momento que precisamos ser fortes e, principalmente, olhar para cima. Do alto vem o nosso equilíbrio. Do alto vem o nosso fortalecimento espiritual.
Do alto vem as soluções para todos os nossos problemas. Do alto vem o sorriso e o afago de nosso melhor Amigo, o Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele nos estimula a seguir em frente, a ter fé e buscar vitórias, a viver plena e abundantemente.
Quando caminhamos de cabeça baixa, deixando que as adversidades nos desestimulem, desestabilizamo-nos emocionalmente, despedimos a esperança, sufocamos a fé.
Perdemos a visão dos Céus e contentamo-nos com o chão que se abre debaixo de nossos pés.
Levante seus olhos para cima!
Você vencerá!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Nada de desânimo !
Todas as pessoas têm decisões a serem tomadas todos os dias. Muitas dessas são extremamente importantes e, às vezes, não sabemos exatamente de que maneira resolver uma questão. Porém, é preciso tomar a decisão. E mais, precisamos acertar, pois, senão, teremos um alto preço a pagar como conseqüência negativa da decisão errada.
O melhor momento para pescar é durante o amanhecer ou no pôr-do-sol, em épocas de lua cheia ou nova, e João 21: 2-6 mostra uma pescaria dos discípulos, depois da crucificação de Jesus. Pedro disse: “Eu vou pescar”. Ele estava decidido, era um pescador experiente, mas escolheu a hora errada. Foi num momento em que estava desanimado por causa da aparente derrota de Jesus na cruz.
Pedro e os discípulos haviam deixado para trás carreiras prósperas, suas famílias e até mesmo a religião judaica para seguir a Jesus. Eles tiveram confiança total de que Ele era o Filho de Deus. Também se tornaram celebridades, indo com Jesus de cidade em cidade. As multidões saíam às ruas para conseguir apenas um olhar de Jesus e dos doze discípulos. Mas, agora, tudo parecia que tinha acabado: Jesus havia sido crucificado. A última imagem que tinham na mente era de um Jesus pendurado no madeiro. Vejamos que lições isso traz para nós hoje.
Nunca tome decisões com desânimo O pior momento para se tomar qualquer tipo de decisão é quando você está desanimado. Biblicamente, desanimar implica em renunciar toda e qualquer esperança, é estar completamente destituído de medidas ou recursos emocionais positivos para a realização de algo. Foi num momento em que Pedro estava no mais baixo nível emocional de sua vida cristã que disse: “vou pescar”. Ele estava realmente desanimado, depois que Jesus foi crucificado e tudo parecia acabado!
Mais cedo ou mais tarde, todos nós temos de lidar com estes dias de desânimo. Ninguém deveria tomar decisões importantes para sua vida quando está desanimado. Empresários tomam rumos errados nos negócios quando estão desanimadas; casais conduzem mal o casamento quando estão desanimados e, então, mais tarde, se arrependem do que fizeram; cristãos abandonam suas igrejas em um momento de desânimo e, então, ficam distantes, fora de sintonia com Deus; funcionários têm feito trocas equivocadas de emprego ou profissão, em momentos de desânimo.
O Salmo 34: 19 afirma: “muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra”. Há grande diferença em esperar em Deus e fazer o que vier à mente em momentos de desânimos. Nos sentimentos ruins há derrotas, mas a fé firmada em Deus produz renovação interior e direção certa para as decisões diárias.
Cuidado com as pessoas desanimadas O desânimo é contagioso e pode afetar aqueles que estão ao seu redor. Essa influência negativa pode fazer com que as pessoas tenham uma indisposição resoluta e inalterável, em face de situações difíceis. Foi exatamente isto que aconteceu com os discípulos e, sendo influenciados por Pedro, decidiram pescar também. Esta decisão foi tomada com pressa, sem nenhuma reflexão ou análise se deveriam mesmo fazer aquilo: “o simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos”, Pv 14: 15.
Por isso temos de orar mais para não tomarmos decisões precipitadas que possam influenciar negativamente nossa vida. É melhor que você tome um tempo e ore antes de comprar uma casa nova, antes de comprar um carro novo, antes de decidir abandonar o seu lar, antes de deixar o emprego ou escolher outro, antes de pôr tatuagens por toda parte do seu corpo. Daqui a 10 anos você pode estar disposto a dar qualquer coisa para se livrar delas.
Decisões erradas afetam a nós e aos outros, principalmente, aqueles que estão à nossa volta ou que dependem de nós. Por isso, não se deixe levar pelas aparências. Pare, pense, analise, ore antes de tomar qualquer decisão: “os meus olhos se elevam continuamente ao Senhor, pois ele me tirará os pés do laço”, Sl 25: 15.
O cristão passa por momentos ruins e bons, por circunstâncias negativas e positivas, por situações de aparente fracasso e por grandes vitórias. Jesus afirmou: “no mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”, Jo 16: 33. Enquanto o crente estiver nesse mundo não faltarão motivos para se sentir desanimado, mas para aqueles que confiam no Senhor sempre existirá um Deus que fortalece e dá ânimo ao coração para que haja prosseguimento da caminhada cristã até a Jerusalém celestial.
O melhor momento para pescar é durante o amanhecer ou no pôr-do-sol, em épocas de lua cheia ou nova, e João 21: 2-6 mostra uma pescaria dos discípulos, depois da crucificação de Jesus. Pedro disse: “Eu vou pescar”. Ele estava decidido, era um pescador experiente, mas escolheu a hora errada. Foi num momento em que estava desanimado por causa da aparente derrota de Jesus na cruz.
Pedro e os discípulos haviam deixado para trás carreiras prósperas, suas famílias e até mesmo a religião judaica para seguir a Jesus. Eles tiveram confiança total de que Ele era o Filho de Deus. Também se tornaram celebridades, indo com Jesus de cidade em cidade. As multidões saíam às ruas para conseguir apenas um olhar de Jesus e dos doze discípulos. Mas, agora, tudo parecia que tinha acabado: Jesus havia sido crucificado. A última imagem que tinham na mente era de um Jesus pendurado no madeiro. Vejamos que lições isso traz para nós hoje.
Nunca tome decisões com desânimo O pior momento para se tomar qualquer tipo de decisão é quando você está desanimado. Biblicamente, desanimar implica em renunciar toda e qualquer esperança, é estar completamente destituído de medidas ou recursos emocionais positivos para a realização de algo. Foi num momento em que Pedro estava no mais baixo nível emocional de sua vida cristã que disse: “vou pescar”. Ele estava realmente desanimado, depois que Jesus foi crucificado e tudo parecia acabado!
Mais cedo ou mais tarde, todos nós temos de lidar com estes dias de desânimo. Ninguém deveria tomar decisões importantes para sua vida quando está desanimado. Empresários tomam rumos errados nos negócios quando estão desanimadas; casais conduzem mal o casamento quando estão desanimados e, então, mais tarde, se arrependem do que fizeram; cristãos abandonam suas igrejas em um momento de desânimo e, então, ficam distantes, fora de sintonia com Deus; funcionários têm feito trocas equivocadas de emprego ou profissão, em momentos de desânimo.
O Salmo 34: 19 afirma: “muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra”. Há grande diferença em esperar em Deus e fazer o que vier à mente em momentos de desânimos. Nos sentimentos ruins há derrotas, mas a fé firmada em Deus produz renovação interior e direção certa para as decisões diárias.
Cuidado com as pessoas desanimadas O desânimo é contagioso e pode afetar aqueles que estão ao seu redor. Essa influência negativa pode fazer com que as pessoas tenham uma indisposição resoluta e inalterável, em face de situações difíceis. Foi exatamente isto que aconteceu com os discípulos e, sendo influenciados por Pedro, decidiram pescar também. Esta decisão foi tomada com pressa, sem nenhuma reflexão ou análise se deveriam mesmo fazer aquilo: “o simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos”, Pv 14: 15.
Por isso temos de orar mais para não tomarmos decisões precipitadas que possam influenciar negativamente nossa vida. É melhor que você tome um tempo e ore antes de comprar uma casa nova, antes de comprar um carro novo, antes de decidir abandonar o seu lar, antes de deixar o emprego ou escolher outro, antes de pôr tatuagens por toda parte do seu corpo. Daqui a 10 anos você pode estar disposto a dar qualquer coisa para se livrar delas.
Decisões erradas afetam a nós e aos outros, principalmente, aqueles que estão à nossa volta ou que dependem de nós. Por isso, não se deixe levar pelas aparências. Pare, pense, analise, ore antes de tomar qualquer decisão: “os meus olhos se elevam continuamente ao Senhor, pois ele me tirará os pés do laço”, Sl 25: 15.
O cristão passa por momentos ruins e bons, por circunstâncias negativas e positivas, por situações de aparente fracasso e por grandes vitórias. Jesus afirmou: “no mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”, Jo 16: 33. Enquanto o crente estiver nesse mundo não faltarão motivos para se sentir desanimado, mas para aqueles que confiam no Senhor sempre existirá um Deus que fortalece e dá ânimo ao coração para que haja prosseguimento da caminhada cristã até a Jerusalém celestial.
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